Série do Dia: The OA

Olá, tudo bem com vocês? Hoje eu vou falar sobre uma série muito querida, de uma atriz/ produtora que eu me tornei fã,a Brit Marling, que numa dobradinha com Zal Batmanglij está causando um nó na cabeça da gente e inspirando teorias!

Eu conheci o trabalho da dupla Brit e Zal em “A Seita Misteriosa”, e logo de cara achei a dinâmica da série um pouco parecida. Aquele mistério, a ausência de resposta óbvia, aqueles dias pensativos sobre “quê?”, “ham?”, “oi?”. Se sentiu assim? Me adiciona no zap e vamos ser amigos hahahaha

Partindo do começo, nos primeiros minutos temos uma mulher correndo entre os carros (ou saindo de um carro?) numa ponte, ela olha pra trás e se joga. Você pensa: MAS COMO É QUE? A tal mulher sobrevive, é levada para o hospital. Cicatrizes misteriosas nas costas, e seu nome é OA. Ham? Um casal aparece, pedem para vê-la. São seus pais. Ela se assusta, eles a chamam de Prairie. Ela sem entender quem são, toca em seu rosto e os reconhece.

Alguns minutos depois, entendemos que a tal Prairie/ OA era cega, e voltou a enxergar.O que causa a curiosidade das pessoas, como ela poderia ter voltado a enxergar? Tá, segura na minha mão que tem mais. O 1º episódio tem 1h de duração, nele ela foi atacada por um cachorro e mordeu de volta, assim ele a trata como uma líder (sentiu isso também?); ela faz vídeos sem mostrar seu rosto inteiro, só pedaços e fala de um Homer; ela não quer ser tocada por ninguém; então ela recruta cinco pessoas e pede para que deixem a porta de suas casas abertas. Daí, começa a contar sua história, “Eu nasci na Rússia…”.

Antes de ser Prairie, ela é Nina Azarov, nascida na Rússia. Quando criança, sofreu um acidente de carro e ficou completamente cega, o evento é chamado de EQM (Experiência Quase Morte). Foi devido a essa experiência, que Prairie acaba sendo sequestrada e passa sete anos em cativeiro. No decorrer da série ela compartilha o que acontecia no local e como recuperou sua visão.

São muitas cores, efeitos especiais, dúvidas sobre o que seriam EQM, o teste dos limites humanos e até mesmo até onde a medicina iria. Eu pensei em tudo isso e um pouco mais. Os recrutados por OA são pessoas de convívio incomum, de diferentes personalidades, idades e com algum tipo de problema que precisa de forças para sobreviver e lutar.

Se vale a pena assistir? Sim, muito! Assista de coração aberto e depois conta pra gente o que achou!

Apertos,

 

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