Indico: Filmes que um comunicólogo deve assistir

Hoje eu vou começar uma tag que espero que vocês curtam! No “Indico“, vou selecionar alguns dos filmes que eu já assisti, livros que já li ou séries que estou ou vi para vocês. Sabe aquele papo de amigo de “cara assiste que tu vai gostar?”, tipo isso! Espero que curtam 😉

E no Indico de hoje, vou apresentar alguns filmes que eu acho interessante para quem atua na área de comunicação. Esses são alguns que eu assisti, claro que tem muitos outros (fiquem a vontade de me ajudar nos comentários ^^) e tem características claras sobre o setor.

Vamos as indicações ^^

O show de Truman – o show da vida: A principio o filme apresenta Truman Burbank como um vendedor de seguros casado com Meryl, uma enfermeira. Ele tem amigos, uma casa numa rua bonita, um emprego, tem o seu bordão diário de “caso eu não te veja mais hoje, bom dia/ boa tarde/ boa noite”, lembranças, tudo como uma pessoa comum. Tirando a parte que tudo não se trata de um reality sobre a vida dele que começou em seu nascimento.

O filme mostra como a televisão e os realities, que hoje são bem comuns, podem influenciar o nosso cotidiano. As pessoas se alienavam de tal maneira para ver o dia a dia do Truman, e compravam seus produtos, falavam seus bordões, usavam os produtos apresentados no programa.

Nada diferente de como os realities de hoje, como o Big Brother Brasil (hoje em sua 16ª edição) e Masterchef Brasil (que mobilizou a galera do Twitter) causam na gente. O filme, mesmo de 1998, mostrou muito do que apreciamos hoje e como apreciamos. Plim Plim

Amor por contrato: Esse filme é bárbaro, queria eu ter conseguido pensar em algo do tipo! Trata-se dos Jones, que aparentam ser uma família perfeita, de pessoas com sorrisos bonitos, casa bem decorada, produtos tops de linha e bem sucedidos. Mas são nada mais nada menos do que uma célula de venda composta por vendedores que usam da sua própria vida para obter lucro. Tudo tem uma estratégia de marketing por trás, nenhum batom é usado em vão!

Com produtos de luxo, eles fazem com que os vizinhos tenham o desejo pelo estilo de vida de todos, o que acaba afetando vitalmente uma família. Nada muito diferente do que já acontece através de nossas redes sociais, as blogueiras de moda, as personalidades da web..

O filme transpira a marketing e é uma aula de como somos capazes de ser estrategistas! As vezes, eu acho que nós, comunicólogos poderíamos dominar o mundo! MUAHAHA

Mera coincidência: Lobby puro, os Relações Públicas se sentiram abraços por esse filme!rs Eu simplesmente adorei a abordagem e serve para que possamos repensar até onde devemos acreditar naquilo que passa na TV, é noticiado. O filme retrata um escândalo sexual envolvendo um candidato a presidência dos EUA a poucos dias da eleição, logo seus assessores procuram os produtores de Hollywood para ajudá-lo a criar uma guerra na Albânia (a justificativa da escolha foi demais rsrs) e assim, ele ajudaria o país e abafaria o caso.

Tipo, criaram uma guerra! A que ponto chega a mente do “cerumano” rsrs O trabalho dos RP’s nesse filme é incrível, uma aula de estratégia/ crise/gerenciamento de crise/ lobby em 90 minutos! Vale lembrar que o filme é do ano de 1997, antes das mídias sociais, logo já está na hora de pensar em outro do tipo que retrate o gerenciamento de crise nas mídias sociais 😉

O lobo de Wall Street: Eu fui assistir porque tem o Leo Di Caprio, meu primeiro e eterno crush (casa comigo!). Mas sabe quando você se depara com uma aula de vendas e fica tipo, esse cara é um mestre! Claro que por se tratar de um filme, a história foi mais romantizada, mas as lições são válidas, viu?

O filme conta a história de Jordan Belfort, que construiu um império na bolsa de valores com papéis de baixo valor, mas que geravam muito lucro para a empresa. Apresenta a vida desregrada do empresário, seus sócios, inclusive seus funcionários. Muito sexo, muita droga, muita loucura! Não sei como não morreu… Mas ele tem lábia, sabe vender, sabe seduzir. Soube fazer os seus funcionários o venerarem.

Como se trata de alguém real, hoje Jordan vive de palestras motivacionais em empresas. O filme termina com uma singelo pedido de ação: “me venda essa caneta”. Vale as partes que apresentam a estratégia de venda, barganha, lábia (não no sentido pejorativo). Obs: Leo merecia o Oscar pela atuação!

Obrigado por fumar: Esse foi filme de faculdade na minha aula de CIM. A profa Sylvia (RIP) sempre passava esse filme e explicava sobre o conteúdo da matéria. Virou um dos meus preferidos com o tempo. A eticamente falando, te faz pensar como você aborda o seu método de venda ~ “esse produto é ótimo  – pena que mata né amigão? ~

O filme fala sobre como o poder de persuasão é importante para defender seu produto ou serviço. Tem o porta-voz da indústria Nick Naylor que sempre sai a favor dos fumantes e o direito de fumar, alegando que o cigarro não trás todos os malefícios que a galera da saúde alega. Ele inclusive procura ajuda de um agente de Hollywood para implantar o cigarro nos filmes como era antigamente. Como era sedutor alguém fumando encostado no portal em uma cena…

É uma discussão interessante quando falamos de ética, já que tem uma pergunta para  o Nick sobre o que ele acharia se o filho quisesse fumar. Tem muitas outras cenas que te fazem pensar no quão fiel ele é a um produto. Vale cada minuto.

E ai gostaram?Têm alguma sugestão que não está aqui?

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