Teatro: Tom na Fazenda

Hoje o post tem uma música para “climatizar”, então aperta o play e ouça esse HINO! #AMARSEMTEMER

Esse final de semana assisti a peça Tom na Fazenda. Amigo meu me intimou a assistir (beijo Luc), então lá fomos nós. Na penúltima semana em cartaz, fui praticamente virada pós Rock in Rio, e uma puta preocupação de cochilar durante a peça que não cabia em mim. Tomei um cappuccino e fui pra minha cadeira. Mas a peça em si me sustentou, que eu nem piscava direito.

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(Foto: José Limongi)

No palco, atores “andavam” pelo espaço quase vazio enquanto o público se acomodava. Eles levavam baldes, tinha sacos de terra em cima de uma lona disposta pelo palco. No ambiente uma música parecida com salsa estava alto – fazia parte da peça afinal. No terceiro sinal, o som foi baixando e então entra Tom. Ele descreve o cenário da tal casa.

Vestido como um cara moderno da cidade, ele contrasta com uma senhora que entra em cena vestida com roupas simples e uma bota. Ela se apresenta, Agatha. Estava em luto. Para Tom, o namorado; para Agatha, o filho. E entre eles dois, não existia nenhuma proximidade da relação, afinal ela nunca tinha ouvido falar dele e nem que o filho era gay.

Ele então se deixa levar pelo convite carinhoso de Agatha para ficar mais um pouco e comer um peixe na manteiga, e se hospeda na fazenda; o que seria o inicio de uma relação de dependência. É surpreendido por Francis, que ao contrario da mãe, sabia quem ele era e o “aguardava”. Ele o força a alimentar a história da namorada Helen – que não fala uma palavra em português, e é colega de trabalho na agência –  e ele então tenta sustentar tudo o que guarda no coração sobre seus sentimentos na despedida do homem que ama (essa cena acaba comigo só de lembrar!).

A história se torna um thriller de uma relação que me causa muitas dúvidas. Francis procura sempre que pode atormentar Tom; ao mesmo que parece que surge um relacionamento advindo da carência de Francis por pessoas, e do Tom do namorado falecido. Fica implícito no momento que Tom fala da semelhança entre eles e do perfume que Francia está usando, e ele então parece sucumbir a isso de maneira “carinhosa”. Era como se eles se permitissem, mediante uma briga, ao prazer mais carnal…

A história tem um final que te surpreende. Te instiga a pensar nas risadas que escapavam ao longo do espetáculo quando o texto tendia a ser cômico; quando no fim, tudo acaba num blackout, e tudo o que foi falado ganha um tom pesado. Símbolos.

Ao final, os atores sentam a beira do palco.
Babaioff levanta uma placa escrito “AMAR SEM TEMER“.
Vamos a loucura entre aplausos e sons de aprovação.

Saí da peça num estado que só sabia fazer uma coisa: chorar. Digeri a mensagem com uma dor no peito, e mais lágrimas… Eu precisava falar, eu precisava pedir desculpas por achar que compreendia o que alguém sentia ao precisar se esconder, esconder quem ama e seu jeito; e no fim, compactuar, mesmo que indiretamente, com atitudes escrotas. Eu tive um estalo. E mesmo sendo uma pessoa que entra numa briga para defender uma causa, jamais vou saber como é estar ali.

A peça trouxe mais uma reflexão para a minha vida como pessoa, que eu preciso estar em constante mudança. E como atriz, de que o teatro é isso, te toca e te desperta para a vida em 110 minutos de um cenário real em “modo fictício”.

Tom na Fazenda fica em cartaz até o dia 30/09.
Av. Graça Aranha, 1 – Teatro Sesi | Centro – Rio de Janeiro, RJ
Preço: R$ 40,00 / R$ 20,00 (meia e lista amiga)
Quinta e sexta-feira, às 19h30, e no sábado, às 19h.
Dirigida por Rodrigo Portella
Elenco Kelzy Ecard, Camila Nhary, Gustavo Vaz, Armando Babaioff.

“Ninguém vai poder querer nos dizer como amar”

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Rock in Rio 2017

Mais uma edição finalizada com sucesso no nosso querido país na nossa querida cidade Rio de Janeiro! Em sua cabalística sétima edição em berço esplêndido, o evento passou por poucas e boas até sua finalização.

Anunciada num novo espaço, a Cidade do Rock assumiu o lugar que já foi o Autódromo de Jacarepaguá, a Cidade Olímpica na Rio 2016 e hoje é um espaço gigantesco e confuso para tocar vários ritmos no evento que pára e movimenta o Rio.

A polêmica já começou pelo custos do evento. Com ingressos/ pulseira vendidos a R$ 450,00/ R$ 250,00 (com aumento de 40% do valor de 2015 – R$ 320,00/ R$ 160,00), especula-se que ingressos encalharam na segunda remessa de vendas para os sete dias de evento. Ainda, o ônibus VIP Primeira Classe, custou R$ 100,00, com um aumento de pouco mais de 30% para ter o conforto de não se espremer o BRT voltando para a casa (sofri na última edição).

Eu comprei para o dia 15 e 22. Acabei cancelando poucos dias após a compra o dia 15, e fiz até bem, visto que a Lady Gaga cancelou sua apresentação por complicações de saúde. O dia 22 era o mais esperado por mim. Era especial! Depois de seis anos, finalmente ia assistir ao show do Tears for Fears ❤

No dia eu trabalhei, então cheguei “tarde” ao evento – visto que ele começa às 14h. Por volta das 20h estava pisando em Curicica (haha) para buscar minha pulseira. Meu transtorno lindo já começa na entrada. Atendida por uma guarda (nem sei se é esse o cargo) que pediu que eu abrisse a mochila e despejasse em cima de uma mesa branca molhada todos os meus itens; abriu minha agenda pessoal de anotações e folheou (mas não se importou com um livro de 400 páginas que estava ao lado humm) e nem olhou todos os bolsos da mochila.

Entrei. Meio chocada mas ok.

A cerveja custava 12$ e vinha levemente quente. Pelo menos estava cheia, teve casos de uma galera que recebeu com três dedos a menos da borda. No mesmo lugar, um pão com mortadela custava R$ 23. Ainda bem que levei biscoitinhos. Fui dar um rolê. O diabo do lugar era enorme, e parecia que para passar o lugar era apertado.

Tirei as fotos clichês para atualizar o Instagram, fiz storie com  meu namorado, mandei fotos pros amigos. Dei um role e já tava cansada de estar ali. Tudo tinha fila, parecia SUS aquela porra. Qualquer coisa diferente tinham 30 pessoas antes para você se aproximar e só ver. E nego fazia book na frente, era cansativo esperar o senso… enfim, desisti de tirar mais fotos clichês.

Na sede, lá fomos nós procurar um bebedouro. Digamos que eu encontrei até uma menina do meu estágio (mas não falei com ela haha) e não achei. Compramos outra cerveja, mais quente ainda. Só Jesus na causa!

O show começava às 22h, e já eram 21h45, vamos indo pra um lugar maneiro para assistir ao Tears for Fears <3. Tô lindo, de cara pro telão. Eis que me aparece um pai e uma filha, que deveriam ter o dobro do meu tamanho fácil. Ele se posiciona BEM NA MINHA FRENTE. Logo eu, com 1,57 de altura. E mais, os bonitos ainda tiraram sarros dos baixinhos fazendo piadas e rindo (em francês, porque se fossem em português iam sair a tapas, aqui é BR maninho!). Mas ainda assim, aquilo me brochou mais que a minha cerveja quente. Foi péssimo.

Acabou TfF, fomos andar para aguardar Bon Jovi.

Meus pés estavam brancos e eu achei que tava bêbada ou talvez sono. Mas não. A Cidade estava com uma poeira branca tão bizarra, que eu não entendi até agora o que era. Se chovesse, ia ser uma lama nojenta. Meu cabelo estava duro, eu não conseguia tocar nele. Quando tomei banho, precisei lavar 3x meu cabelo.. bizarrorys.

Achamos o bebedouro! \o/

Na verdade, o moço da ajuda indicou que ele ficava escondido disposto atrás de uns negócios de bandeira. E só tinha lá, Num espaço enorme! Tá meu bem.. chegando lá, sem copo ou garrafa, tomamos banho e bebemos água ao mesmo tempo. Afinal, como iriamos imaginar que a merda do bebedouro escondido era daquele jeito?

Começa Bon Jovi.

Tudo lindo, tudo ótimo. A banda empolga, cantam sucessos. Em Bed of Roses teve um pedido de casamento perto de onde eu estava. O drama foi a ausência de Always no setlist, fiquei até o final esperando a música. Tava ensaiando a dias…

Então vamos embora.

Onde é a saída mesmo? Ah sim, a placa… “Primeira Classe”. Mas estamos indo sentido BRT, bora perguntar “segue aqui pela grade a esquerda”. Chegamos num lugar com pessoas vestidas de amarelo gritando algo sobre CVC. “Amor, pergunta ali onde pegamos o primeira classe pro Centro”.

Voz diz.. “Portão cinco… por ali? À esquerda?”. Então eu digo, “mas acho que vamos sair da Cidade e nos deparar com cenário de filme de terror.. ih olha ali, tá saindo ali, corre”. Placa indicava só pela Zona Oeste mesmo. Bora perguntar de novo. “Ih amigo, vocês vão ter que entrar na Cidade, e pegar do outro lado do Palco Mundo”.

Ah sim, entendi.. eu sou Babaca de Melo agora, né?

Chegamos. O povo fez uma fila para atravessar uma ruazinha lá. Seguimos sem entender. “Moço, esse aqui é Centro, né? – “É sim, pode entrar”.

Paramos no Santos Dumont, perdidos, com 15% de bateria, com sono, frio e pedindo Uber no meio de um monte de taxista olhando estranho. Os pés doíam mais que os dentes batendo de frio. O bom foi que chegamos em casa, bem (na medida do possível) depois de finalmente ter ouvido “Advice for the young at heart“, reclamando de tudo.

Mas em 2019 tamo lá novo!

Teatro: Guerr-ILHA

Olá, hoje é dia da gente falar de teatro! No sábado, 15/04, conheci o Teatro Popular Oscar Niemeyer, ou também conhecido como Teatro Popular de Niterói. Uma arquitetura deslumbrante a beira da baía de Niterói, próximo do reformado shopping Bay Market e adentro da Rodoviária. Foi um pouco complicado de achar, mas uma vista deslumbrante do Rio de Janeiro no anoitecer! Vale a pena.. além de ter um espaço maravilhoso para se distrair com amigos e as crianças.

Apresentado o local, vamos falar do que interessa! Da peça Guerr-ILHA. Como sabem, estou fazendo teatro há quase um ano na ONG Ecoa. E uma das minhas próximas tarefas, é montar com meu grupo um Seminário Criativo sobre Teatro Épico/ Documental. Semana passada, tivemos uma aula incrível com a Andréa Terra, que nos deixou um convite sobre a peça que ela também atua, e aborda o Teatro Documental. Lá fomos nós!

As cadeiras da platéia foram dispostas no palco, quase como um tipo espaço múltiplo central total. Eles andavam pelo espaço, encaravam o público como se quisessem instigar e incomodar com seus olhares. Era louco ser encarado por eles, sérios, quase como se quisessem dizer “me olha nos olhos e me decifra”. Os figurinos eram em tons frios, simples. As duas atrizes usavam calças masculinas para fazerem saias, os dois atores dobravam as barras das calças; as blusas, em modelos bem parecidos, tinham costuras desgovernadas em linha vermelha.

Soam os 3 sinais, aquele que nos dá um frio na barriga hehe. Andréa então nos recepciona com “Sejam bem vindos a mais uma apresentação…”. Começam trazendo pacotes de jornais embrulhados, amontoam, andam pelo espaço.. um puxa um jornal e começam um jogo de tirar das mãos. Lêem uma matéria que nos leva para o final dos anos 50. Começamos, aos poucos, a ser levados pra a história de um casal em início de namoro até o seu casamento.

A jovem mulher que se casa com um homem que não externa amor, em tempos de que os pais decidem quem serão seus pares. Que mulher não vai sozinha ao médico ou sem autorização de marido ou pai. A revolta de uma amiga que acha que a amiga deveria se impor. A Ditadura Militar (favor não chamar de intervenção nos comentários deste blog, obrigada!) e o sumiços das pessoas que não concordaram com esse método de governo.

Até que ao final, levamos o maior soco na cara: áudios de pessoas que sobreviveram a este pesadelo que assolou o Brasil. As vozes que diziam o que sofreram, os abusos, as torturas, suas vidas hoje.. e tudo ali, pelas ruas de Niterói. Aquela rua que termina na Pracinha, na Igreja de São Pedro que é enfeitada com tapetes, perto de onde tem o recém reformado Shopping, onde fica o mercado.. tudo por ali, onde quem já passeou pelo Centro de Niterói conhece e já deve ter andado muito.

A peça foi incrível, e foi um excelente modo de conhecer mais um pouco sobre a história do Brasil, da nossa política e saber também que existe muito além da Cidade do Rio de Janeiro – pra quem afirma que foi apenas uma intervenção aos baderneiros que circulavam o Centro do Rio de Janeiro. A frieza existente na peça desde o figurino às expressões faciais dos atores, causaram a sensação que precisávamos para sermos transportados ao tempo frio que era antigamente. Se chorei? Muito.. mas a sensação de revolta era maior. Não precisamos voltar a viver isso, né?

Que voltem aos palcos em breve, aqui no Rio de Janeiro, inclusive! 🙂

[texto antigo, infelizmente finalizado com atraso, mas que precisava ser postado!]

 

Teatro: Pineal – Ritual Cênico

Ontem foi o último dia de apresentação de uma das peças que fiquei mais feliz de ter ido no último mês. Eu senti como se minhas energias fossem renovadas a cada nova visita ao Teatro Poeira. Assisti Pineal três vezes. Cada dia com amigos diferentes, e cada vez mais saia preenchida de uma forma, energizada #evoé

Vi no Facebook o evento, como nunca tinha ido ao Teatro Poeira, não conhecia a companhia deles Teatro de Afeto e queria saber qual era do Ritual Cênico – visto que tinha acabo de voltar duma puta imersão teatral antropofágica, repleta de rituais cênicos (expuuuurgaaa!!!) – juntei o útil ao agradável e fui saber qual era.

 Na primeira apresentação, foi aquela sensação de não entender nada do que estava acontecendo, era incomum das apresentações que já fui. Fomos recebidos pelo elenco na entrada, “por favor, se direcionem à roda!”. Já na roda, de mãos dadas com desconhecidos, uma moça diz “coloquem um item pessoal que desejam energizar!”. No primeiro dia, não pensei em nada, apenas observei tudo o que acontecia. Nos outros dois, levei o roteiro da montagem que tô participando e meu par de brincos que sempre uso 🙂

As meninas fizeram uma roda, com seus próprios itens pessoais, respiradas fundas, elas se olham, respiram fundo novamente, sorriem e… juntas caminham para um canto iluminado falando nome de diversas mulheres (importantes?) com um círculo de sal no chão. Todos os itens estavam lá. Fica tudo escuro.

Do canto do palco saí uma menina com um rolo pesado, corpo rígido, roupa em tom de pele e cabelos embaixo de uma touca cor de pele “Honra é honra!” brada ela. Entre um cenário mínimo – em cima de um tapete com dois baldes de lama (ou argila?), uma cadeira – e um texto sobre relatos de ser mulher nesse mundo machista! Seu corpo extra cotidiano repleto de massa combinados ao texto, trazem a aflição na medida, ela sai..

Caminham pelo espaço, como se quisessem dizer algo… se destaca uma voz “um quase relacionamento, uma quase vida..”. Começa o monólogo sobre todas as dúvidas que eu já senti, aquela sensação de “tocar o céu, mas era apenas um tela azul..”. Ela anda de patins, repete “eu conheço muitas formas de mim, mas não todas”, isso ainda fica na minha cabeça, minhajuda señor! Aquela cantoria animada para mais um soco no estômago que estava por vir..

Entra uma jovem, de macacão cor de pele. Conta relatos de uma noite sexual, no início todos riem, é engraçado ver aquela voz bem aguda e um corpo em movimentos frenéticos “será que eu estou bonita nessa posição”. Por fim, é quase um se liga, e na minha cabeça de jovem mulher ficava a mesma sensação de “caraca, somos tão objetificadas e às vezes, nós mesmas permitimos isso por achar normal, faz parte!” Não, não faz, e nenhuma mulher merece ser reduzida a uma transa às 5h da manhã porque macho quer, não se permita sofrer por babacas. “E não será por você…”

Chega mais um monólogo, dessa vez é sobre o “amigo secreto”. Um namoro abusivo que fora exposto pra todos naquele teatro terem conhecimento. Ela cita níveis, ilustra e nomeia o tormento. Novamente, um cenário mínimo, aquela sensação de aflição a cada novo relato, e eu só consigo dar graças à Deus por nunca ter passado por isso, mas dói o coração saber que tenho amigas que passam 😦

Quando a luz acende, temos uma mulher negra de calcinha vermelha, olhos vendados. Voz in off soa pela sala e através do corpo, ela ilustra o que é ser uma mulher negra nesta sociedade machista. Frases como “mulher negra fode pra caralho”, “que isso, hein”, “desculpa, é que minha mão tem um imã para a sua bunda” trazem luz à esse cenário cotidiano, que rebaixa a mulher negra à sexualização.  Ela se veste, dança ao som de atabaque, senta e diz “o que você vê quando me olha”… no meu primeiro dia, e luz veio pra mim e eu só pude dizer “respeito”, o que dizer? Ela estava se expondo a uma platéia mista, explorando um tema que muitos dizem ser mimimi. Sentir respeito por sua coragem foi o mínimo!

Chegamos a um dos que mais mexeram comigo. “Certa vez chovi por dentro e molhei todas as roupas do meu varal interno”. Um relato pesadíssimo como soco no estômago, aquela jovem contando sobre amor, mesmo tendo se decepcionado tanto e com tão pouca idade, para você ter ciência que ter 100 anos não reflete o quanto de experiência você já viveu. Ela canta, que hino, que voz! Fico arrepiada só de lembrar. Chorei as três vezes que fui, cada vez me impactava de uma forma.. pela história, por me sentir frágil, por querer tê-la abraçado, ajudado.. enfim. E ela ainda sorri, fala sobre, compartilha que quer falar de amor.

Entra a futura mamãe de Morena. Sua voz doce, o barrigão lindo.. as meninas estão amarradas à ela. Ela narra a insegurança, o medo, a força. E ao final, canta uma música linda para a filha.. é para aliviar o coração e morrer de fofura ❤

Temos um homem se apresentando também!hehe Tom! Já chega se ditando quem é, “homem, branco, loiro, olhos azuis, morador da zona sul, de família de artistas, capricorniano (eu também haha), tricolor e segundo o governo, classe média alta”. Tu sente um frio na espinha em ouvir isso e pensar “tá, foda-se migo!”. Mas depois ele explica, que sair da bolha é complicado, que nossos pais sentem medo por nossa segurança. “A violência existe por causa do dinheiro, o dinheiro existe por causa do poder”. E é isso, somos coagidos constantemente com esse cenário horroroso e medonho de vida dentro de jaulas. Ele ilustrar sua “boa vida” pra um público misto, entre pessoas de classe artística ou não, classes econômicas diferentes, colocando sua cara para bater e ser julgado em diversas vertentes por ter exposto isso. Vai da interpretação de cada, porém, foi válido ouvi-lo.

Chegamos ao final.. ela e a árvore Berenice. Larissa, sem medo de dizer que errou o texto, corre, canta, fala de amor, que deveria ter regado mais a árvore, que deveria ter ligado mais.. alfineta “favelada sim, mas fazendo duas faculdades”, “drama todo mundo faz, quero ver achar meu clitóris.. até o dicionário sabe, menos você”. Ela pede para Tom uma música para ter um momento bonito chorando, a gente ri enquanto ela conta momentos de um relacionamento que teve fim, quando ela brada “foda-se”. Ao final, ela vira primavera com o tórax pintado de flores e você sorri, porque é engraçado, leve e lindo. Garantiu boas gargalhadas ao final desse espetáculo.

Pineal percorre tanta coisa com os monólogos, que é inevitável não se emocionar em algum momento. Foi uma das peças mais lindas – até o momento – que amei ter conhecido, assistido, colaborado, levado amigos (e queria levar mais hehe). Além disso, me deram um gás quanto ao teatro – inclusive sobre o que eu faço lá -, saí mais apaixonada por essa arte e entender que teatro é isso. Obrigada, e voltem PELAMOR!

“Salve as Caboclas da Mata, salve Iracema, salve Jurema!
Salve as Caboclas da Mata, Iara, Jussara, Jupira e Jandira!
Okê, Okê, Okê Caboclo!

Filmes que falam sobre cyber-bullying

Nunca se falou tanto de bullying como de um tempo pra cá. Diria que que desde 2010 essa expressão invadiu as principais matérias jornalísticas, fazendo alertas para os pais a respeito. E também, alertando as pessoas que sofrem, saberem identificar e diferenciar uma brincadeira de um bullying.

Vimos massacres ocorridos em escolas americanas resultados por traumas da juventude ocasionados por bullying, assim como, matérias de jovens que se suicidaram e deixaram cartas dizendo “não aguentar mais essa vida”, também pelo mesmo motivo. Vivemos um atentado em nosso país, causado por um ex-aluno de um colégio em Realengo, que ocasionou a morte de 12 crianças inocentes causadas pelo bullying sofrido na juventude. Isso é sério!

Recentemente tive a oportunidade ver esses três filmes de produção independente, muito interessante sobre o bullying virtual. Se já não bastava a criança/ adolescente passar por isso pessoalmente, ainda existem pessoas capazes de fazê-lo virtualmente, aproveitando da massificação das redes sociais atualmente. O que tem proporções muito piores, afinal, a internet é um campo enorme, sem limites e que a propagação é muito maior!

Para quem quiser compreender um pouco mais sobre o assunto, recomendo os filmes: Pesadelo Social, Bullying Virtual e Os desconectados. Ambos  refletem como essas situações podem trazer resultados trágicos na vida das vítima e também aos familiares. Todos são blockbusters, e você pode encontrá-lo com facilidade.

Ps.: Caso você seja capaz de fazer isso com alguém, repense suas atitudes, você gostaria que fosse com você? E caso você identifique o bullying virtual entre seu circulo social, procure uma Delegacia de Crimes Virtuais e faça denuncias! Caso seja pessoal, procure ajuda 😉

Sobre os filmes:

Pesadelo Social


Sinopse original: A chance de uma destacada estudante para entrar em uma boa universidade está por um fio depois que foram publicadas fotos impróprias em suas redes sociais. Agora, ela terá que fazer de tudo para descobrir o culpado e limpar sua reputação.

Bullying Virtual

Sinopse original:Taylor é uma adolescente que ganha um computador de aniversário e acaba se tornando vítima de bullying pela internet. Com medo de enfrentar seus amigos e colegas na escola, a jovem busca um grupo de ajuda no qual conhece outros adolescentes com experiências parecidas.

Os desconectados

http://www.adorocinema.com/_video/iblogvision.aspx?cmedia=19483831

Sinopse original: Diversas histórias se entrelaçam neste drama que ilustra os efeitos do uso excessivo da tecnologia e da busca pela ligação humana em um mundo cada vez mais conectado. Entre elas, a vida de um casal que tem sua vida exposta online, e um pai que descobre que seu filho humilha um garoto pela internet.

Caso você tenha alguma indicação, deixe nos comentários, será muito útil 😉

Série do dia: LOVE

Nada como uma boa e velha comédia romântica, com altas doses de sarcasmo e um casal que você nem imagina que seria possível. Foi assim que me apeguei à série LOVE e estou comemorando que a 2ª temporada chega em março! YAY Mas se você, meu caro pequeno gafanhoto não sabe do que eu tô falando, cola aqui que eu já te explico e te apresento essa série que é um xodó e mais uma pérola do mestre Judd Apatow (+ Paul Rust e Lesley Arfin).

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Vamos começar conhecendo Mickey Dobbs (Gillian Jacobs), ela trabalha numa rádio, tem um gato chamado Granpa (vovô em inglês), passa o episódio quase inteiro fumando cigarro e às vezes maconha, e tinha um relacionamento muito louco com Eric. Quando eles terminam, ela resolve anunciar o quarto vago na casa e então, conhecemos Berti (Claudia O’Doherty). Ela é australiana, trabalha mediando pesquisa de focus group e gosta de gordinhos hihi

Numa manhã, depois de uma ressaca, Mickey vai ao posto comprar um café e sem grana, acaba discutindo com o dono.. ai entra Gus (Paul Rust) e se oferece para pagar por sua bebida. Ela então se oferece para ressarcir, e eles vão caminhando até sua casa. Gus, é um professor de cenário, onde estão rodando a série (fictícia) Witchita. No começo da série, ele está num relacionamento com Natalie (Milana Vayntrub). Eles terminam porque ela assume que o traiu, e ele a chama de “falsa pessoa boa”, e no fim, acaba se mudando e leva o tapete que iam comprar para casa deles, da cor que ele não queria hahaha

Gus e Mickey começam ali uma amizade, com pitadas de Bertie e suas caretas engraçadas. Ainda vemos a presença do ex Eric. E conhecemos os amigos do Gus, que se reúnem para cantar músicas com temas de filmes (achei divertido, sério!). O legal da série é que você sempre pensa que a Mickey é superficial e vai ser escrota, e na verdade, ela é muito parecida conosco e ri de bobeira. Uma complexa personagem, com alguns problemas que ao final da temporada ela assume para Gus.

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LOVE é mais que uma série sobre relacionamento, é sobre como eles podem se construir, é como você pode rejeitar aquilo que te faz bem por você achar que não merece. É saber se perdoar pelo que já fez e começar tudo do zero, querendo mudar. É ser amigo, mesmo que as circunstâncias te empurrem para o contrário, e tá tudo bem você dizer “falamos sobre isso depois”, mesmo que não exista o depois. Vale a pena observar que a felicidade da Mickey é quase descartável, mas que existe honestidade em suas ações. E que Gus pode não ser o cara tão legal, ele apenas resolve se abster de tudo. E Bertie, bem, ela só precisa aparecer mais na série – mesmo que não seja o foco – porque é uma personagem divertida.

Se você ainda não assistiu, te indico começar neste fim de semana agora! É original da Netflix, são apenas 10 episódios, com uma média de 40 min, moleza de maratonar. Vê logo, porque a 2ª temporada estará disponível dia 10/3! 😀 Ah! Depois dá uma passadinha aqui e conta o que achou 😉

Apertos,

Feliz Dia das Mulheres pra quem?

Há 100 anos atrás, aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, às más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra – em um protesto conhecido como “Pão e Paz”. Que fora oficializada, em 1921, como Dia Internacional da Mulher. Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o “8 de março” foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.[texto extraído de Nova Escola]

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Muito fala-se da origem desta data como um movimento de mulheres socialistas. Algo que, me desculpem, não irei explorar neste blog por não ser o foco (tudo bem?), mas fica o incentivo para que você procure as origens e perceba tamanha importância da mulher compreender seu espaço e engajamento na política. Mas hoje, o interesse é expor um pouco dos meus pensamentos sobre essa data que ganhou moldes comerciais para vender perfumes e maquiagem. Graças à internet de mãozinha dada ao Facebook, temos acesso a grupos de mulheres para mulheres, onde a conversa circula de maneira livre. Porém, isso não ajuda a resolver 100% o problema da desigualdade, dos abusos, dos dramas que apenas nós mulheres somos obrigadas a carregar. Isso quando não são tratados como “mimimi”, “frescura”, “falta de rola” ou “falta de louça pra lavar”.

Cresci ouvindo que mulher deveria se dar o respeito, não sair ficando com menino/ homem aqui e acolá, usar roupas comportadas e todo aquele blablabla que ouvimos de todas as mulheres mais velhas que nos cercam. Quando perdi a virgindade foi um dramão da porra. Aliás, a virgindade da mulher é superestimada, sexo é sexo; se ela quiser, um dildo tira! Sexo não é bonito, romântico e não dá vontade de chorar depois (tá, só se for de decepção). E ele carrega um peso de tabu tão grande, que parece que iremos direto para o inferno se expusermos nossos pensamentos humanos.

Hoje, com quase 30 anos, ainda acho absurdo ter que segurar as rédeas de uma obrigação imposta por uma sociedade machista. São dezenas de coisas impossíveis de concordar e achar normal. Dezenas de crimes cometidos por homens, que as pessoas ainda não perceberam que a fragilidade não deve ser atribuída ao sexo feminino. Acho que ainda custa perceber que o frágil nesta história é outro…

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Ser mulher neste mundo é muito complexo. Somos retratadas como objeto sexual, quando estamos no padrão imposto pela sociedade; temos que ser 90-60-90, estar sempre lindas, maquiadas, cheirosas, prontas para saciar o homem, não ter opinião. Isso me lembra diretamente o filme “Mulheres Perfeitas” (The Stepford Wives) estrelado por Nicole Kidman e Bette Middler. Em que homens transformam suas mulheres bem sucedidas em robôs por não aceitarem que elas conseguiram posições profissionais superiores à eles, e o pior, tudo encabeçado por uma mulher (a sempre maravilhosa Glenn Close). E se estamos fora do padrão, melhor nem comentar, porque olha…

E quando falamos de trabalho, queridos… é um grande desafio assumir qualquer posição de comando numa empresa. Em matéria de 2015, no Jornal Hoje (veja aqui: https://goo.gl/Ni1D94) falava que as mulheres ainda ganhavam 30% menos que homens no mesmo cargo. E tu realmente achas que nós mulheres somos tão incapazes assim? A verdade é que não existe justificativa plausível que possamos aceitar para estarmos em posição inferior nesta escala, puro machismo.

Recentemente, li um texto incrível do Think Olga (leia aqui: https://goo.gl/s6NcnW) sobre a atitude de Brie ao se negar aplaudir Casey por sua vitória no Oscar de Melhor Ator, logo ele… que carrega nas costas duas acusações de assédio sexual. Te falar que foi decepcionante saber disso, porque eu torcia por ele. Mas você me fala: mas uma coisa é uma coisa, ali ele tá sendo julgado pelo trabalho dele. Não queridos! Isso faz parte de um todo, no qual ele continua sendo requisitado na Academia.. mas quando falamos dos exemplos citado pela página – como Winona e um distúrbio, sofreu o pão que o demo amassou.. e Janet Jackson? Certamente na sua cabeça ela é puta né? Hummm – vemos que existe um tratamento diferente sim!

É por esse mundo de pensamentos, e outros, que neste ano, peço que não me deseje “feliz dia da mulher”, se você apenas reconheceu a data no calendário e achou fofinho o gif de flores e borboletas. Eu quero mais que isso! Silencie-se.

Fonte:
https://novaescola.org.br/conteudo/301/por-que-8-de-marco-e-o-dia-internacional-da-mulher
http://travesseirosuspensoporfiosdenylon.blogspot.com.br/2012/03/o-dia-da-mulher-nasceu-das-mulheres.html

Filmes preferidos: Leonardo Di Caprio

O que falar desse homi que é dono do meu coração desde quando eu era kid? Eu tive que lutar muito para escolher apenas cinco títulos, porque se tem ele, eu apenas AMO. Se eu pudesse, teria posters dele espalhados pelo meu quarto, mas papel chama muita barata haha

E na tag #filmespreferidos de hoje, está meu amor eterno Leonardo Di Caprio. Com títulos incríveis, porque sim, o cara trabalha bem (vai dizer que é mentira?). Mas foi apenas em 2016, com O Regresso, que ele finalmente ganhou o Oscar (e eu chorei haha), levando os fãs à loucura!

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Vamos aos filmes do Leo ❤

O Diário de um Adolescente (The Basketball Diaries)
Este foi o primeiro filme que assisti dele. Para quem não sabe, se trata uma cinebiografia e o carinha que escreveu, está no filme como Frankie Pinewater. Nele, Di Caprio é Jim Carroll, um adolescente que tem muito talento para o basquete, mas resolve fazer merdinha da estrela e acaba se definhando aos poucos, a ponto de ser enxotado de casa pela mãe. Sabe o talento, vai pro ralo! Mas é com a ajuda de Reggie que ele tenta se livrar dos vícios e recuperar sua vida de volta.

Romeu + Julieta (Romeo + Julliet)
Um jovem Leo, com seu olhar apaixonante ai ai.. temos Claire Danes também lindíssima! O filme retrata a clássica história com uma roupagem mais moderna, e nele, Leo é Romeu. E vocês já sabem o enredo!hehe
“Deste modo, com um beijo, deixo a vida”

Titanic
A história da tragédia náutica de 1912 contada a partir do romance ficcional de Jack Dawson e Rose DeWitt Bukater. Nele, Jack é um rapaz pobre e andarilho que conquista as passagens num jogo de azar. No navio, conhece e se apaixona pela Rose, a rica menina prometida ao playba Cal Hockley. É aquela história de amor em que ele a salva, ficam amigos, descobrem o amor, passeiam juntos (mas como estão num barco, o passeio é limitado haha) e daí bam.. vem o acidente e já sabemos o final: ele cabia na porta também, tá! Mas ai, sr Cameron quis fazer o diferentão e matou o Jack congelado. Mas sim, assisto as 3h15 sempre que passam.

O Aviador (The Aviator)
Para quem não sabe, é uma cinebiografia de Howard Hughes, um homem rico multiprofissional, conhecido por produzir Hell’s Angels, ter sido dono da TWA e construiu o gigantesco hidroavião Hércules. Leo o interpreta, e conta um pouco de tudo o que o ele passou, desde seu sucesso nas empreitadas aos surtos quando sua fobia por germes agravou. Quase 3h muito bem aproveitadas com o filme, viu 😉

O Lobo de Wall Street (The Wolf of Wall Street)
Nesta cinebiografia, Leo interpreta o magnata playba Jordan Belford. O cara fez fortuna às custas de venda de ações sem valor na bolsa de NY, Wall Street. Trocou a esposa por uma modelo, viveu uma boêmia regada a muita droga, sexo e promiscuidade. O incrível do filme é ver as feições e o corpo dele mudarem de acordo com as alucinações dos efeitos de drogas e bebedeiras do personagem, e saber que o candango não bebe, usa qualquer coisa ilícita e é vegano, puta ator, vai!

te amo, Leo! 🙂

Série do dia: Please Like Me

Olar, quéridos! Como estamos neste dia lindo? Pois é, eu tô cada dia mais devorando os catálogos na Netflix – que coisa boa aquilo né? E como alguns fds você simplesmente não quer fazer nada, além de consumir séries, vai aqui mais uma indicação para o #sériedodia Eu apenas apertei o play depois de assistir um filme, ele apenas estava ali esperando para ser visto! hehe

O primeiro episódio começa com um casal, numa mesa com um sundae de 19 dólares (aquilo tava bonito). Em 10 segundos, o namoro deles termina. Eram Claire e Josh. Claire alega que eles estavam se afastando e finaliza com “com certeza você é gay“. A cara que o Josh faz é genial ao discordar daquilo, porém o corpo fala né amigos.. e até o final deste episódio, tudo fica mais claro tanto pra gente quanto para ele.

Ainda temos o amigo dele Tom, que todo episódio só aparece comendo no trabalho; ele quer terminar com a namorada Niamh, mas sempre faz a mesma cara de bocó e continua o relacionamento. A ex namorada de Josh, Claire, ainda é presente na casa que ele divide com Tom, isso é legal e bem, vejam…

Os pais de Josh são separados. Alan namora Mae, uma tailandesa de família rica e mais nova; e sua mãe,  Rose, a mãe com problemas psicológicos e que tentou se matar – isso faz com que muitas coisas acabem mudando para o Josh. Ainda temos, o Geoffrey, amigo de trabalho de Tom e ele vai ser um tanto que principal no desenrolar do primeiro episódio (vejam!!!). Eu sou aquela que fala com medo de dar spoiler haha

São ao todo quatro temporadas, com no máximo 10 episódios com 25 minutos cada, bem rapidinho. A última temporada foi ao ar ano passado, e ela ainda está disponível na Netflix! E ai, quem já assistiu? Conta pra gente nos comentários o que achou 😉

Apertos,

Série do Dia: Friends With Benefits

Olá, tudo bem com vocês? Hoje eu vou falar de uma série fofinha que assisti por acaso na Netflix, a “Friends With Benefits”. Fiquei triste porque quando eu tava me apegando percebi que só tinha uma temporada! :/

Do começo: são cinco amigos – Ben, Sara, Riley, Aaron e Fitz. São jovens, bonitos, solteiros e um deles é rico! haha Eles se encontram todos os dias no bar que a Riley trabalha para compartilhar com seus amigos qualquer coisa que seja. Logo no 1º episódio, Riley e Aaron ficam juntos, mas ela logo dá um cortadão porque não quer se envolver com ninguém; e Ben e Sara também, mas eles continuam no rolo. Só o Fitz é o desencanado do grupo!haha

Aaron é o cara rico, mas bobão que enriqueceu com tecnologia. Ele é apaixonada por Riley mas não consegue chegar nela e acaba vendo ela se envolver ou contar suas aventuras a cada dia. Riley e Sara dividem um apartamento, e são completamente diferentes. Aaron e Fitz dividem um apartamento e ás vezes, entram em conflito, porque Fitz se sente muito pobre perto dele.

A série tem 13 episódio, sendo que no 12º acontece um desenrolo que acaba ficando sem resposta, e no 13º tem um episódio tão nada a ver que você fica “wtf?”. Procurei pelas internetes da vida e só encontrei que ela foi cancelada por ser summer season, mas fica minha observação: tem cara de ter sido cancelada por qualquer outro motivo na vida, hein! Eu particularmente gostei da série, você acaba torcendo para que o Aaron se declare para a Riley, e toma um socão ao perceber que nunca saberá o que vai acontecer com eles. Ah Ben e Sara, não, nada a ver…

E ai, você já assistiu, o que achou? Conta pra gente nos comentários! Se não, você pode assistir na Netflix (mas corre porque é de 2011 e pode sair a qualquer momento).

Apertos,